CURSO PARA VETERINÁRIOS

December 3rd, 2009

Bovinos 2

Brucelose, Tuberculose e Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis

Próximo curso (XIII Turma) previsto para Junho de 2011

Na Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFT em Araguaína, Tocantins.

Inscrições a partir de Janeiro de 2011

20 vagas

BRUCELOSE EM VETERINÁRIOS, VACINADORES E VAQUEIROS

September 1st, 2009

TRABALHO ACEITE PARA APRESENTAÇÃO NO IX FÓRUM PRESENÇA ANAMT E IX CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE MEDICINA DO TRABALHO A DECORRER DE 2 A 7/10/2009 NA CIDADE DE SALVADOR-BA

BRUCELOSE EM VETERINÁRIOS, VACINADORES E VAQUEIROS NO ESTADO DO TOCANTINS, BRASIL

(Brucellosis in veterinarians, vaccinators and cowboys in the Brazilian State of Tocantins,)

Autores:Francisco Aristófanes Sarmento da Silva Braga1, Francisco Baptista2, Caroline Peters Pigatto3, Raimunda de Sousa Canedo Barros4

1– Médico – aluno de mestrado na Universidade Federal do Tocantins (UFT)

2 – Orientador – professor no Curso de veterinária da UFT

3 – Professora no Curso de veterinária da UFT

4 – Médica Veterinária, técnica no curso de veterinária da UFT

RESUMO

A brucelose, doença infecciosa dos animais, transmite-se ao homem, direta ou indiretamente, através de contato com animais infectados, manipulação de carcaças e vísceras, ou ainda pelo consumo de produtos como leite cru e seus derivados. Assim, o risco de infecção é maior nos profissionais da pecuária, incluindo aqueles que trabalham nos matadouros. Também estão sob risco de infecção aqueles que manipulam a vacina viva produzida com a cepa B19 de Brucella abortus. Nos meses de abril e maio de 2008 foram pesquisados veterinários, vacinadores e vaqueiros, em alguns municípios do Tocantins, norte do Brasil, para a detecção de sorologia positiva para brucelose. Este trabalho também serviu para medir o grau de exposição a fatores de risco. Um questionário semi-estruturado foi aplicado e foram coletadas 123 amostras de sangue, sendo 44 (35,8%) de vaqueiros, 56 (45,5%) de vacinadores, que manipulam a estirpe vacinal B19 de Brucella abortus, e 23 (18,7%) de veterinários. O diagnóstico sorológico por aglutinação em placa, com antígeno acidificado e tamponado, revelou uma prevalência global de 6,5% (IC95% = 2,8-12,4). A prevalência foi de 9%, 3,6% e 8,7% para vaqueiros, vacinadores e veterinários, respectivamente. O intervalo de confiança da diferença entre estas proporções, ao nível de 95%, mostra que elas pertencem à mesma população. Soros positivos para a prova do antígeno acidificado e tamponado tiveram títulos que variaram de 50 a mais de 200 no teste de aglutinação lenta em tubo e de menos de 25 até 50 no teste do 2-Mercaptoetanol. A prevalência de exposição a fatores de risco como consumo de leite cru, não-utilização de equipamentos de proteção, ajuda em partos e manipulação de carcaças foi elevada em todos os grupos. Para cada fator de risco, a prevalência global da exposição foi superior a 60%, exceto para o consumo de leite cru, cuja prevalência foi de 33,3%. Como conclusão, deve ser enfatizada a importância da educação para a saúde em programas nacionais de promoção da saúde humana e animal, especialmente no que diz respeito aos costumes e à utilização de equipamentos de proteção individual.

Palavras-chave: Brucelose, brucelose humana, prevalência, fatores de risco

SUMMARY

Brucellosis, an infectious disease of animals, is transmitted to man directly or indirectly through contact with infected animals, handling of carcasses and offal, or by consumption of products like raw milk and its derivatives. Thus, the risk of infection is higher in the livestock professionals, including those who work in slaughterhouses. Also they are under risk of infection those who manipulate alive vaccine, produced with B19 strain of Brucella abortus. In the months of April and May in the year 2008, were surveyed veterinarians, vaccinators and cowboys in some municipalities in northern Brazil, for the detection of positive serology for brucellosis. This work served also to measure the degree of exposure to risk factors. A semi-structured questionnaire was applied and were collected 123 blood samples, being 44 (35.8%) of cowboys, 56 (45.5%) of vaccinators, that manipulate vaccinal B19 strain of Brucella abortus, and 23 (18.7%) of veterinarians. The serological diagnosis by plate agglutination with acidified and buffered antigen revealed an overall prevalence of 6.5% (IC95% = 2.8-12.4). The prevalence was 9%, 3.6% and 8.7% for cowboys, vaccinators and veterinarians, respectively. The confidence interval of the difference between these proportions, at the level of 95%, shows that they belong to the same population. Sera positive for acidified and buffered antigen had titles that ranged from 50 to over 200 in the slow agglutination test in tube and in less than 25 to 50 in the test of 2-Mercaptoethanol. The prevalence of exposure to risk factors such as consumption of raw milk, non-use of protective equipment, aid at childbirths and manipulation of carcasses was high in all groups. For each risk factor, the overall prevalence of exposure was greater than 60%, except for the consumption of raw milk, whose prevalence was 33.3%. As conclusion, must be emphasized the importance of health education in national programs of promoting human and animal health , especially with regard to customs and the use of personal protective equipment.

Keywords: Brucellosis, Human brucellosis, prevalence, risk factors

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